No modelo de MATTHEWS para fratura do terço médio dos dois ossos do antebraço, a deformidade angular residual de 10 graus e a de 20 graus resultaram, respectivamente, em
- déficit funcional aceitável; perda de cerca de 30% da pronossupinação.
- perda de cerca de 30% da pronossupinação; perda total da pronossupinação.
- déficit funcional aceitável; déficit funcional aceitável.
- perda de cerca de 10% da pronossupinação; perda de cerca de 20% da pronossupinação.
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
O estudo citado avalia como angulação residual prejudica a rotação, e não uma regra de proporcionalidade simples. No modelo de Matthews, com fratura do terço médio dos dois ossos, 10° produziram déficit considerado aceitável e 20° reduziram cerca de 30% da pronossupinação.
O antebraço precisa da relação espacial entre rádio e ulna para girar. Uma deformidade diafisária pode manter alguma continuidade óssea e ainda comprometer a função. O resumo também reúne outros estudos e destaca que localização e geometria pesam no resultado; não basta medir um único ângulo sem considerar o padrão.
O termo “aceitável” descreve o resultado do modelo e não autoriza planejar redução com 10° de erro em toda fratura adulta. O tratamento procura anatomia, estabilidade e movimento. Também seria incorreto dizer que 20° eliminam toda rotação: a perda relatada é parcial, próxima de 30%.
Leia “Consolidação viciosa”, na Biblioteca, comparando Matthews, Tarr e Sarmiento. Observe autor, nível do traço e desfecho antes de transportar um número para outra situação. A questão pede o resultado específico de Matthews.
Por que esta questão foi criada. Treina a interpretação do modelo experimental de consolidação viciosa e evita converter números de um estudo em tolerância clínica universal.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo