Na fratura exposta dos dois ossos do antebraço, tipo II de GUSTILO e ANDERSON, sem contaminação grosseira, a conduta preferida é
- fixador externo monolateral e conversão tardia para placa.
- desbridamento e fixação interna imediata com placa e parafusos.
- haste flexível de titânio após o desbridamento.
- tala gessada e antibiótico até a cicatrização da ferida.
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Conceito-chave
Uma fratura exposta tipo II, sem contaminação grosseira, não exige automaticamente fixador externo provisório. Para a maioria das expostas diafisárias do antebraço, o resumo recomenda desbridamento e placa imediata. Nos tipos I, II e IIIA, lavagem, fixação e fechamento podem ocorrer no mesmo tempo se não houver dúvida de viabilidade e contaminação.
O objetivo é tratar o ferimento e reconstruir os dois ossos de modo estável, restaurando a relação que permite pronossupinação. O caráter exposto exige cuidado das partes moles e antibiótico apropriado; ele não elimina, por si só, os benefícios da redução anatômica com placa.
O fixador externo é reservado a situações selecionadas, como destruição maciça de partes moles e contaminação grosseira. Nesses casos, a localização dos pinos precisa preservar a futura passagem da placa. Essa exceção não descreve o caso tipo II delimitado na pergunta.
Leia “Fraturas expostas e por projétil”, na Biblioteca, incluindo a ressalva sobre o TARO 2011. Aquela prova teve gabarito de fixador monolateral em pergunta genérica; o resumo registra a divergência com a preferência do livro. Neste simulado, o cenário foi delimitado e a resposta acompanha a recomendação consultada.
Por que esta questão foi criada. Delimita a exposição tipo II para discutir a preferência do capítulo, preservando explicitamente a divergência já registrada com o TARO 2011.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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