A complicação mostrada na radiografia, após osteossíntese de fratura cominutiva do antebraço por projétil, associa-se principalmente a

- fraturas em níveis diferentes fixadas por duas incisões.
- fraturas no mesmo nível, com cominuição, e traumatismo craniano associado.
- uso de placas de 3,5 mm com seis corticais.
- mobilização precoce da pronossupinação.
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Conceito-chave
A radiografia mostra uma ponte óssea entre rádio e ulna, compatível com sinostose radioulnar pós-traumática. Há material de osteossíntese e alterações do foco, mas o dado que define a complicação é a continuidade óssea ocupando o espaço entre os dois ossos. Essa união impede que o rádio gire livremente em relação à ulna.
O resumo relaciona a sinostose a fraturas dos dois ossos no mesmo nível com cominuição, alta energia e traumatismo craniano. A associação com trauma de crânio se repete nas séries citadas. Isso é informação de risco da fonte; uma radiografia do antebraço não permite concluir que o paciente específico sofreu lesão craniana.
A prevenção inclui evitar osso, enxerto, parafusos ou metal no espaço interósseo e não usar via única para os dois ossos proximais. A proposta não é evitar toda placa ou todo movimento, e sim preservar o espaço de rotação e reduzir fatores que favoreçam uma ponte.
Na Biblioteca, leia “Sinostose radioulnar”. Separe o que a imagem mostra, a ponte óssea, do que a história deve pesquisar, como energia e trauma craniano. Essa distinção permite interpretar a figura sem inventar antecedentes do paciente.
Por que esta questão foi criada. Usa uma radiografia para reconhecer a complicação e distinguir achado visível de fatores de risco, tema cobrado no SBOT-SP e na FMRP-USP 2026.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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