Na via anterior de HENRY para o terço proximal do rádio, a desinserção do supinador é feita com o antebraço em
- pronação máxima, que afasta o nervo interósseo posterior do campo.
- supinação máxima, que leva o nervo interósseo posterior para posterior.
- rotação neutra, que relaxa a artéria radial.
- pronação máxima, que protege o ramo superficial do nervo radial.
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Conceito-chave
Na exposição proximal de Henry, a supinação máxima leva o interósseo posterior para trás durante a liberação do supinador. O nervo está relacionado ao músculo que recobre o rádio proximal; a rotação é uma medida de proteção na dissecção profunda descrita, não uma posição escolhida apenas para facilitar a pele.
A via anterior tem intervalos superficiais internervosos, mas isso não elimina os riscos profundos. A artéria radial e seus ramos, o ramo superficial do radial e o interósseo posterior exigem atenção. O resumo recomenda abrir a bursa bicipital lateralmente e não colocar afastador em volta do colo do rádio.
As rotações mudam conforme o nível: no terço médio, prona-se para liberar pronador redondo e flexor superficial; no distal, o pronador quadrado é solto com antebraço supinado. Aplicar ao proximal a posição de outro trecho é uma forma comum de trocar uma regra tecnicamente correta de contexto.
Leia “Rádio pela frente: Henry”, na Biblioteca, separando dissecção superficial e profunda. Compare proximal, médio e distal e associe cada rotação à estrutura que precisa ser exposta ou protegida. O enunciado delimita proximal e supinador.
Por que esta questão foi criada. Treina a proteção do nervo na dissecção proximal e evita confundir a rotação de Henry com posições de outros níveis ou acessos.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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