Adulto com fratura isolada no terço médio da diáfise da ulna após golpe direto, com desvio de 20% e angulação de 5 graus (imagem). A conduta preferida é

- redução aberta e placa de compressão.
- gesso axilopalmar por 8 semanas.
- imobilização abaixo do cotovelo, com gesso curto ou órtese funcional.
- enfaixamento elástico e mobilização livre.
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Conceito-chave
A imagem mostra fratura ulnar diafisária discreta, com o rádio sem traço evidente nesta incidência. Os valores de desvio de 20% e angulação de 5° são dados do enunciado; não foram medidos de novo a partir de uma fotografia. A localização é no terço médio, fora da região proximal de maior risco.
O resumo admite tratamento sem cirurgia para a fratura isolada e estável dos dois terços distais da ulna, com desvio menor que 50% e angulação menor que 10°. O caso está dentro desses limites. Ainda é necessário examinar as relações radioulnar proximal e distal, porque uma fratura de um osso só pode esconder lesão articular.
A preferência é imobilização abaixo do cotovelo, com gesso curto ou órtese funcional. Isso protege o foco sem impor a mesma rigidez do cotovelo de uma imobilização longa. A faixa elástica isolada, por outro lado, controlou pior a dor e o desvio nas comparações discutidas.
O tratamento depende de seguimento e manutenção da estabilidade; a indicação conservadora não significa abandonar a reavaliação. Na Biblioteca, leia “Quem trata sem cirurgia: a fratura isolada da ulna”. Compare os números do caso com todos os critérios, incluindo o local, e não apenas com o fato de ser uma fratura de um osso.
Por que esta questão foi criada. Aplica os limites conservadores cobrados pelo SBOT-SP a uma imagem e exige distinguir gesso curto, gesso longo e faixa elástica.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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