Na via de acesso posterolateral de THOMPSON ao rádio, os intervalos proximal e distal são, respectivamente, entre o extensor radial curto do carpo e o
- extensor dos dedos; extensor longo do polegar.
- extensor longo do polegar; extensor dos dedos.
- extensor radial longo do carpo; extensor longo do polegar.
- braquiorradial; extensor dos dedos.
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Conceito-chave
Thompson muda o par muscular ao longo da exposição, mantendo o extensor radial curto como referência. No proximal, o intervalo é entre ele e o extensor dos dedos; no distal, entre ele e o extensor longo do polegar. Inverter a ordem dos parceiros produz uma descrição incorreta, mesmo citando os músculos certos.
A via posterolateral prolonga distalmente o intervalo de Kaplan. A incisão vai do epicôndilo lateral ao tubérculo de Lister e dá acesso ao rádio, especialmente no terço médio. O intervalo é mais fácil de encontrar de distal para proximal, usando a emergência dos músculos do polegar como referência.
No proximal, o supinador envolve o rádio e contém o interósseo posterior, exigindo proteção conforme o trecho a expor. O resumo ressalva que o plano não é internervoso: a inervação dos músculos do intervalo pertence ao ramo profundo do radial e ao interósseo posterior. Assim, a existência de um intervalo entre músculos não garante, sozinha, um plano sem risco nervoso.
Na Biblioteca, leia “Rádio por trás: Thompson”. Acompanhe o trajeto de distal para proximal e identifique onde muda o parceiro do extensor radial curto, antes de decorar uma lista de músculos.
Por que esta questão foi criada. Expande o intervalo proximal cobrado em Ortopedia e a relação com Kaplan cobrada no TARO 2026, exigindo orientação ao longo de toda a via.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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