Na incidência radiográfica da tuberosidade bicipital, usada para avaliar a rotação do fragmento proximal do rádio, o cotovelo e o feixe de raios ficam, respectivamente,
- estendido; perpendicular ao antebraço.
- fletido a 90 graus; inclinado 20 graus em direção posterior.
- fletido a 90 graus; perpendicular ao antebraço.
- estendido; inclinado 20 graus em direção posterior.
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Conceito-chave
A incidência da tuberosidade bicipital procura inferir a rotação do fragmento proximal do rádio. Na técnica descrita, o cotovelo fica fletido a 90°, os epicôndilos equidistantes do chassi e o tubo inclinado 20° para posterior. O perfil da tuberosidade é comparado com uma referência para estimar pronação ou supinação.
A finalidade explica por que não basta escolher uma radiografia comum do antebraço. O AP geral usa cotovelo estendido e antebraço supinado, enquanto esta incidência dedica a posição e a angulação do feixe a uma referência anatômica de rotação. As duas técnicas não são equivalentes só porque incluem o mesmo osso.
O resumo ressalva que o método perdeu utilidade com o predomínio do tratamento cirúrgico. Isso não apaga a descrição técnica cobrada, mas impede apresentá-lo como exame indispensável em toda fratura atual. Na sala, outras referências anatômicas e imagens ajudam a conferir a rotação da redução.
Leia “Imagem e rotação”, na Biblioteca, comparando a incidência específica com o AP do antebraço. A pergunta exige lembrar duas variáveis do mesmo método, sem combinar metade de cada técnica.
Por que esta questão foi criada. Reformula a combinação cotovelo/feixe cobrada no TARO 2021, incluindo o limite de utilidade atual informado no resumo.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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