A fratura diafisária do antebraço no adulto predomina, em sexo e faixa etária, respectivamente, em
- homens; entre 15 e 40 anos.
- homens; acima de 60 anos.
- mulheres; entre 15 e 40 anos.
- mulheres; acima de 60 anos.
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Conceito-chave
A fratura diafisária do antebraço do adulto predomina em homens jovens, entre 15 e 40 anos. O resumo descreve idade média de 24 a 37 anos nas séries e predomínio masculino. O osso geralmente bom nessa população ajuda a entender por que trânsito, queda de altura e esporte com energia elevada aparecem como mecanismos importantes.
Não se deve transferir automaticamente para a diáfise o perfil de fragilidade frequentemente lembrado para o rádio distal. Localização e mecanismo mudam a população observada. O capítulo informa que mulheres também sofrem a lesão, com pico feminino mais tardio, mas isso não as torna o grupo de predominância geral.
O perfil epidemiológico orienta a avaliação de lesões associadas. O resumo destaca frequência de politrauma e de outras lesões no mesmo membro, reforçando a necessidade de examinar cotovelo e punho além do foco. Predominância não é exclusividade: uma pessoa fora do grupo continua exigindo a mesma investigação adequada.
Na Biblioteca, leia “Quem se machuca, como e o que vem junto”. Relacione população, energia e procura de lesões associadas. Essa conexão torna o dado de prova clinicamente útil, sem converter idade e sexo em critérios diagnósticos.
Por que esta questão foi criada. Treina o perfil da fratura diafisária cobrado no SBOT-SP, diferenciando-o do perfil de outras localizações do rádio.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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