Na fratura diafisária do rádio entre a inserção do supinador e a do pronador redondo, os fragmentos proximal e distal tendem, respectivamente, à
- pronação; supinação.
- pronação; pronação.
- supinação; pronação.
- supinação; supinação.
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Conceito-chave
A rotação dos fragmentos depende dos músculos que continuam ligados a cada um. Quando o traço está entre a inserção do supinador e a do pronador redondo, o fragmento proximal fica sob ação dos supinadores, bíceps e supinador, e tende à supinação. O distal fica sob ação pronadora e tende à pronação.
É o nível descrito com maior deformidade rotacional. O pronador redondo está do lado distal do traço e não consegue contrabalançar a supinação proximal. Quando a fratura ocorre abaixo dele, parte dessa força passa a agir no fragmento proximal, diminuindo a diferença de rotação entre os segmentos.
Esse raciocínio importa na redução: corrigir apenas o eixo aparente sem reconhecer a rotação pode comprometer a pronossupinação. O resumo trata o antebraço como articulação, em que comprimento, arco radial e relações proximais e distais precisam ser restaurados em conjunto.
Leia “As forças que giram o rádio”, na Biblioteca, desenhando o traço em relação às inserções. Depois coloque cada músculo no fragmento correspondente. É uma forma de deduzir a posição sem transformar todas as fraturas radiais no mesmo padrão de deformidade.
Por que esta questão foi criada. Explora o nível de maior deformidade rotacional cobrado no TARO 2026 e a identificação dos músculos do fragmento proximal cobrada pelo SBOT-SP.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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