Na fratura de GALEAZZI com radioulnar distal instável após a fixação do rádio, a direção mais comum da luxação da ulna e a posição de imobilização são, respectivamente,
- volar; supinação.
- volar; pronação.
- dorsal; supinação.
- dorsal; pronação.
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Conceito-chave
Na Galeazzi, a direção da ulna distal orienta a posição protetora, mas a estabilidade deve ser testada. O resumo descreve a luxação dorsal como a mais comum e recomenda supinação para esse padrão. A luxação volar se associa à imobilização em pronação, com variações após o reparo.
O tratamento começa pela redução anatômica e placa no rádio. Essa reconstrução costuma reduzir e estabilizar a radioulnar distal. Depois, testa-se a translação anteroposterior em supinação, pronação e neutro, comparando com o outro punho. Uma articulação que continua instável, inclusive em supinação, não fica adequadamente tratada apenas por escolher a posição habitual do gesso.
Se está reduzida mas instável, o resumo descreve fixação temporária por fios, com ou sem reparo da fibrocartilagem triangular. Quando há fratura da base do estiloide associada à instabilidade, sua fixação também integra o algoritmo. A imobilização protege o tratamento e deve usar a rotação mais estável encontrada na sala.
Leia “Tratamento: placa no rádio e teste da radioulnar distal”, na Biblioteca. Separe três perguntas: a articulação reduziu, ficou estável e em qual rotação deve ser protegida? A alternativa cobra direção mais comum e posição, sem dispensar as etapas anteriores.
Por que esta questão foi criada. Compara direção e proteção da radioulnar distal, distinguindo a posição habitual do tratamento da instabilidade que persiste após a placa.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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