Na fratura-luxação de GALEAZZI, o mecanismo clássico de queda ocorre com o antebraço e o punho, respectivamente, em
- hipersupinação; flexão.
- hipersupinação; extensão.
- hiperpronação; flexão.
- hiperpronação; extensão.
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Conceito-chave
O mecanismo clássico é uma queda com carga axial e torção, antebraço hiperpronado e punho em extensão. Na Galeazzi, a fratura começa no rádio e a lesão progride distalmente pela membrana interóssea e pelos estabilizadores da radioulnar distal, incluindo a fibrocartilagem triangular. A associação de fratura radial com instabilidade distal importa mais que o nome isolado.
Pronação e posição do punho são duas variáveis diferentes. A queda sobre a mão espalmada coloca o punho em extensão; a rotação do antebraço caracteriza a torção. Inverter uma delas produz uma resposta parcialmente familiar, mas que já não reproduz o mecanismo clássico solicitado.
A hipersupinação não é impossível em Galeazzi: o resumo a relaciona à variante com luxação posterior da cabeça ulnar, enquanto associa hiperpronação à luxação anterior. Reconhecer a variante evita ensinar que toda Galeazzi exige exatamente a mesma posição de trauma. A pergunta, contudo, delimita o mecanismo clássico.
Na Biblioteca, leia “Mecanismo” e a ressalva sobre a questão de ápice volar do TARO 2023. A fonte distingue direção da ulna e ápice radial; não se deve inventar uma equivalência que o texto não demonstra.
Por que esta questão foi criada. Reformula o mecanismo cobrado no TARO 2010 e distingue a variante em supinação discutida na cobrança do TARO 2023.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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