Após a redução anatômica do rádio na fratura de GALEAZZI, a radioulnar distal permanece irredutível. A estrutura classicamente interposta é o
- extensor ulnar do carpo.
- pronador quadrado.
- flexor ulnar do carpo.
- braquiorradial.
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
Uma articulação irredutível tem um obstáculo à redução, não apenas tendência a reluxar. Na Galeazzi, o primeiro passo diante da radioulnar distal fora do lugar após a placa é conferir a redução radial. O rádio mal reduzido é a causa habitual. Aqui, o enunciado informa que a redução é anatômica e permite avançar para a suspeita de interposição.
O extensor ulnar do carpo é a estrutura classicamente cobrada. O resumo também cita extensor do dedo mínimo e extensores dos dedos, periósteo ou fragmento foveal como possíveis obstáculos. A palavra “classicamente” seleciona a resposta entre as alternativas; não transforma esse tendão na única causa possível.
Com o rádio anatômico e bloqueio persistente, a lesão é complexa e exige redução aberta da articulação distal. O capítulo descreve acesso dorsal, identificação do extensor do dedo mínimo como referência, reparo da fibrocartilagem triangular e proteção posterior. Isso difere da articulação que reduz e permanece instável, na qual fios e eventual reparo respondem a outra etapa do algoritmo.
Na Biblioteca, leia “Radioulnar distal irredutível” e compare com “Reduzida mas instável”. A diferença explica por que escolher gesso ou apenas fixar uma articulação incongruente não retira o obstáculo.
Por que esta questão foi criada. Treina a estrutura interposta cobrada em Ortopedia e PUC-SP 2020, mantendo a conferência obrigatória do rádio antes de concluir que há bloqueio por partes moles.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo