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Questão de Fraturas diafisárias do antebraço (OrtoQuestões Simulados)

Trauma adultoFraturas diafisárias do antebraçoOrtoQuestões Simulados

OrtoQuestões Simulados: elaborada a partir da bibliografia de referência e inspirada no padrão da prova. Não é questão oficial da prova nem foi elaborada, revisada ou endossada pela instituição organizadora.

Adulto com a fratura isolada do rádio mostrada na radiografia. A lesão associada a ser pesquisada e a forma recomendada de confirmá-la são, respectivamente,

Fonte: Rockwood and Green's Fractures in Adults, 10ª ed., capítulo 42, figura 42-7A.
Fonte: Rockwood and Green's Fractures in Adults, 10ª ed., capítulo 42, figura 42-7A.
  1. luxação radiocapitelar; radiografia do cotovelo em perfil.
  2. instabilidade da radioulnar distal; exame da estabilidade no intraoperatório, após a fixação do rádio.
  3. instabilidade da radioulnar distal; medida isolada do encurtamento radial na radiografia.
  4. lesão da membrana interóssea; ressonância magnética antes da cirurgia.
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Gabarito: B · instabilidade da radioulnar distal; exame da estabilidade no intraoperatório, após a fixação do rádio.

Conceito-chave

A radiografia mostra fratura desviada da diáfise do rádio, com a ulna sem traço evidente nesta incidência. Esse achado exige pesquisar a radioulnar distal, porque uma fratura aparentemente de um osso pode integrar uma Galeazzi. A imagem não mostra, por si só, o resultado de um teste de estabilidade do punho.

Galeazzi associa fratura diafisária radial e lesão da articulação distal. Por isso, a avaliação acompanha o antebraço até o punho e o cotovelo, em vez de se encerrar no foco mais evidente. Sinais como alargamento distal, fratura da base do estiloide e alteração de variância ulnar orientam a suspeita.

O resumo contrapõe critérios radiográficos históricos ao exame intraoperatório depois da fixação anatômica do rádio. Distância de 7,5 cm e encurtamento de 5 mm foram considerados pouco confiáveis para decidir isoladamente. Não se deve medir um número na imagem e dispensar a avaliação dinâmica da articulação reconstruída.

Depois da placa, testa-se translação anteroposterior em neutro, pronação e supinação e compara-se com o outro lado. Isso informa se a articulação reduziu e ficou estável, orientando a necessidade de proteção ou tratamento adicional. Leia “Quem tem a radioulnar distal lesada” e “Tratamento”, na Biblioteca. Compare suspeita na radiografia com confirmação da estabilidade; são etapas diferentes.

Por que esta questão foi criada. Exige reconhecer a associação distal a partir de uma fratura radial e distinguir sinais de suspeita do teste recomendado; os números aparecem no TARO 2022.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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