Na classificação da fratura de GALEAZZI pela distância do traço à superfície articular distal do rádio, o tipo associado a maior instabilidade da radioulnar distal e o limite que o define são, respectivamente,
- tipo I; até 7,5 cm.
- tipo I; até 10 cm.
- tipo II; até 7,5 cm.
- tipo II; até 10 cm.
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Conceito-chave
A distância do traço ao punho organiza o risco de instabilidade, mas não substitui seu exame. Na subclassificação da Galeazzi descrita, o tipo I tem traço a até 7,5 cm da superfície articular distal; o tipo II é mais proximal. O grupo distal tem taxa bem maior de instabilidade da radioulnar distal e pode exigir tratamento específico dela.
O rádio fraturado não deve ser visto como osso isolado. Galeazzi associa fratura diafisária radial a lesão da articulação distal. Restaurar o comprimento, o alinhamento e a rotação radial procura restabelecer essa relação; depois da fixação, é necessário testar a estabilidade em diferentes rotações e comparar com o outro lado.
O próprio resumo apresenta a limitação dos números: estudos posteriores consideraram distância de 7,5 cm e encurtamento de 5 mm pouco confiáveis para decidir sozinhos. Portanto, classificar como tipo I aumenta a suspeita, mas não prova que toda radioulnar distal desse grupo exige o mesmo procedimento.
Leia “Quem tem a radioulnar distal lesada” e depois o teste após a placa, na Biblioteca. A primeira seção dá a classificação pedida; a segunda evita transformar um marcador de risco em decisão automática.
Por que esta questão foi criada. Explora os números de Galeazzi cobrados no TARO 2022, preservando a diferença entre classificação de risco e teste de estabilidade.
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