No tratamento cirúrgico das fraturas diafisárias do antebraço, o nervo mais frequentemente lesado e a via de acesso ao rádio proximal mais associada a essa lesão são, respectivamente,
- interósseo posterior; posterior de THOMPSON.
- interósseo posterior; anterior de HENRY.
- interósseo anterior; posterior de THOMPSON.
- interósseo anterior; anterior de HENRY.
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Conceito-chave
A pergunta é sobre lesão nervosa da cirurgia do antebraço. O resumo aponta o radial ou seu ramo motor, o interósseo posterior, e destaca a fixação do rádio proximal pela via de Thompson. Na série de Anderson, as cinco paralisias ocorreram nesse contexto; quatro recuperaram em quatro semanas e uma em seis meses.
O risco tem base anatômica: o nervo percorre o supinador no caminho da exposição proximal. A via posterolateral passa entre extensor radial curto do carpo e extensor dos dedos e conduz à região do músculo. Quando é necessário expor cabeça e colo, o texto recomenda visualizar cuidadosamente o nervo. A escolha da rotação e a dissecção dependem do trecho a expor.
Na via de Henry também se protege o interósseo posterior, com supinação na liberação proximal e sem afastador em volta do colo. Isso não torna essa via isenta de risco. O texto ainda descreve outro quadro: perda da flexão do polegar por tração do interósseo anterior após Henry.
Leia “Rádio por trás: Thompson” junto de “O nervo da cirurgia”, na Biblioteca. Relacione trajeto e exposição, sem trocar a complicação mais frequente pela complicação possível de outra via. O padrão de recuperação da série sustenta neuropraxia, não neurotmese obrigatória.
Por que esta questão foi criada. Reformula o nervo cobrado no TARO 2019 e relaciona-o à via e ao padrão de lesão, também cobrado no TEOT 2023.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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