Na lesão de MONTEGGIA tipo II de BADO, a direção da luxação da cabeça do rádio e o ápice da angulação da fratura da ulna são, respectivamente,
- anterior; anterior.
- anterior; posterior.
- posterior; anterior.
- posterior; posterior.
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Conceito-chave
Bado relaciona duas direções que pertencem à mesma deformidade. Na Monteggia, a ulna fratura e a cabeça radial perde a relação radiocapitelar e radioulnar proximal. A força de flexão deforma a ulna, e a cabeça se desloca na direção do ápice. No tipo II, ambas as referências são posteriores; a cabeça também pode ser descrita como posterolateral.
| Tipo | Cabeça radial | Característica ulnar |
|---|---|---|
| I | Anterior | Diáfise, ápice anterior |
| II | Posterior ou posterolateral | Diáfise, ápice posterior |
| III | Lateral ou anterolateral | Metáfise |
| IV | Anterior | Fratura proximal da ulna e do rádio no mesmo nível |
A classificação não usa a direção para a qual aponta um fragmento escolhido ao acaso. O enunciado pede o ápice da angulação, que deve ser relacionado à direção da cabeça. Essa atenção evita cruzar anterior e posterior em respostas de dois termos.
O tipo II predomina no adulto e pode vir com fraturas da cabeça radial e do coronoide. Essas associações ampliam o problema de estabilidade; não bastam, sozinhas, para substituir a avaliação da geometria. A mesma lógica explica por que restaurar anatomicamente a ulna costuma reduzir o rádio.
Leia “A classificação de Bado” e “Como a ulna reduz o rádio”, na Biblioteca. Compare o desenho da deformidade com o objetivo da redução, em vez de decorar apenas o número romano.
Por que esta questão foi criada. Treina a relação entre direção da luxação e ápice ulnar, cobrada em questões de classificação de Monteggia; o resumo reúne TARO 2014/2015 e provas institucionais sobre essas direções.
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