Na fratura-luxação transolecraniana ilustrada, a direção da luxação e a relação radioulnar proximal são, respectivamente,

- anterior; mantida.
- anterior; rompida.
- posterior; mantida.
- posterior; rompida.
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Conceito-chave
Os dois perfis mostram uma fratura através da região do olécrano, com deslocamento anterior do antebraço em relação ao úmero. O padrão é de fratura-luxação transolecraniana anterior. A característica que a separa da leitura genérica de Monteggia é a relação radioulnar proximal relativamente mantida.
Na transolecraniana, o antebraço se desloca pelo defeito da ulna proximal, sem exigir a mesma dissociação entre rádio e ulna proximais. A imagem deve ser lida acompanhando o conjunto, em vez de chamar qualquer fratura ulnar com deslocamento de Monteggia.
O resumo descreve que cabeça radial e colaterais costumam estar preservados, e o coronoide, quando fratura, tende a formar um fragmento anterior grande. Essas são associações do padrão, não estruturas cuja integridade possa ser provada apenas pelos perfis apresentados.
A reconstrução procura restaurar a incisura e a estabilidade com fixação apropriada; a classificação de Mayo a inclui entre os padrões instáveis. Na Biblioteca, leia “Fratura-luxação transolecraniana” e compare com “Monteggia posterior do adulto”. Procure primeiro a direção do antebraço e depois a relação entre rádio e ulna.
Por que esta questão foi criada. Exige interpretar uma fratura-luxação real pela direção e pela relação radioulnar, evitando usar Monteggia para todo deslocamento com fratura da ulna.
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