Na suspeita de fratura da faceta anteromedial do coronoide, o exame recomendado para definir o padrão e a congruência é a
- radiografia simples.
- tomografia com reconstrução 3D.
- ressonância magnética com contraste.
- ultrassonografia dinâmica comparativa.
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Conceito-chave
A faceta anteromedial pode estar fraturada mesmo sem luxação evidente na chegada. O paciente pode relatar estalo ou redução espontânea, e a cabeça radial frequentemente não está fraturada nesse padrão. Radiografias podem mostrar apenas sinais discretos, como perda do paralelismo medial ou abertura radiocapitelar.
A tomografia com reconstrução 3D é recomendada no resumo para definir o padrão ósseo e a congruência. Localizar a borda, a ponta e a eventual extensão ao tubérculo sublime importa para a classificação e para o suporte que será reconstruído. Subluxação estática na tomografia pesa fortemente a favor de cirurgia.
O exame não responde sozinho a toda pergunta de estabilidade. A anatomia óssea se soma à avaliação do conjunto ligamentar e do comportamento da articulação. O ponto do enunciado é escolher a imagem para esclarecer a fratura e a relação articular, não um método genérico para toda dor no cotovelo.
Na Biblioteca, leia “A pista: coronoide fraturado sem cabeça do rádio fraturada”. Relacione a discrição das radiografias à utilidade da reconstrução tomográfica, em vez de pedir imagem avançada sem saber o que pretende esclarecer.
Por que esta questão foi criada. Treina a escolha de imagem conforme a pergunta clínica: definir uma fratura discreta e a congruência, em vez de solicitar um método sem objetivo anatômico.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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