Na tomografia ilustrada, o tipo de O'DRISCOLL e o padrão de instabilidade associado à fratura são, respectivamente,

- tipo I; posteromedial.
- tipo I; posterolateral.
- tipo II; posteromedial.
- tipo II; posterolateral.
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Conceito-chave
A reconstrução 3D mostra o foco na região anteromedial da ulna proximal, junto ao apoio da tróclea. A irregularidade e o fragmento nessa borda orientam a leitura para a faceta anteromedial do coronoide. O dado a localizar não é apenas a altura de osso perdido, mas qual parte do apoio articular está comprometida.
Na classificação de O'Driscoll, faceta anteromedial corresponde ao tipo II e se associa à instabilidade rotatória posteromedial em varo. O mecanismo combina varo, pronação e carga axial, com compressão da tróclea sobre essa faceta. O padrão frequentemente inclui lesão do lateral, mas a imagem óssea isolada não mostra diretamente a integridade de cada ligamento.
Tipo I designa a ponta e se aproxima do padrão de tríade terrível; tipo III designa a base, associado a lesões da ulna proximal. Essas categorias não são intercambiáveis nem equivalem a aplicar um percentual da classificação de Regan-Morrey.
A tomografia 3D ajuda a reconhecer o fragmento, avaliar congruência e planejar o tratamento. Se a borda precisa de fixação, a função de suporte contra varo favorece placa de suporte, não apenas sutura capsular.
Na Biblioteca, leia “O'Driscoll: o lugar, e o lugar diz o mecanismo” e depois a seção posteromedial. Compare a localização da imagem com a classificação antes de escolher o nome da instabilidade.
Por que esta questão foi criada. Exige localizar a fratura numa reconstrução real antes de associar o tipo de O’Driscoll ao padrão de instabilidade.
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