Na tríade terrível, após reconstruir coronoide, cabeça radial e complexo lateral, a decisão sobre reparar o medial depende de
- cominuição radial.
- fragmento da ponta.
- avulsão lateral inicial.
- instabilidade residual do cotovelo.
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Conceito-chave
O medial não é uma etapa obrigatória apenas porque a lesão se chama tríade terrível. O roteiro reconstrói coronoide, cabeça radial e complexo lateral e então testa a estabilidade em pronação, neutro e supinação. A indicação de reparar o medial depende da instabilidade residual.
Cada etapa recupera uma parte das contenções. O coronoide fornece apoio, a cabeça mantém a função radiocapitelar e o lateral controla varo e rotação posterolateral. Depois de restaurá-los, o exame deve mostrar se o conjunto ainda precisa da abordagem medial.
Cominuição da cabeça, fragmento da ponta e avulsão lateral descrevem elementos importantes da lesão, mas não substituem esse teste final. A decisão usa o comportamento da articulação reconstruída, não apenas a lista de diagnósticos observada antes da cirurgia.
Se a instabilidade continua mesmo após o reparo necessário das contenções, o capítulo considera suporte adicional. Na Biblioteca, leia os itens finais de “A ordem da cirurgia”. As expressões “testar de novo” e “só se continuar instável” evitam transformar uma sequência condicional numa operação idêntica para todos.
Por que esta questão foi criada. Treina a etapa condicional da reconstrução, distinguindo a lesão inicial do teste de estabilidade após reparar as contenções.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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