Na classificação de O'DRISCOLL, a fratura anteromedial que inclui o tubérculo sublime, com ou sem a ponta, corresponde ao
- tipo II.1.
- tipo II.2.
- tipo II.3.
- tipo III.1.
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Conceito-chave
O'Driscoll classifica o coronoide pelo local, que sugere o mecanismo. O tipo I envolve a ponta; o tipo II, a faceta anteromedial; o tipo III, a base. A localização não deve ser confundida com a classificação de Regan-Morrey, centrada na altura do fragmento.
No tipo II, os subtipos avançam pela região anteromedial: II.1 envolve a borda; II.2, borda e ponta; II.3, borda e tubérculo sublime, com ou sem ponta. A menção ao tubérculo sublime é, portanto, a informação decisiva.
Essa extensão tem consequência funcional. O feixe anterior do colateral medial se insere no tubérculo sublime; comprometê-lo pode acrescentar instabilidade em valgo ao problema em varo da faceta anteromedial. Não basta olhar apenas quantos milímetros de osso se soltaram.
Leia “O'Driscoll: o lugar, e o lugar diz o mecanismo”, na Biblioteca, e compare com “O lado medial”. A inserção ligamentar dá sentido clínico ao subtipo em vez de deixá-lo como uma lista numérica.
Por que esta questão foi criada. Treina o subtipo definido pelo tubérculo sublime e relaciona a localização do fragmento à inserção do estabilizador medial.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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