Na lesão de ESSEX-LOPRESTI, a fratura da cabeça radial se associa ao comprometimento da membrana interóssea e da
- cápsula anterior.
- origem do lateral.
- faceta anteromedial.
- articulação radioulnar distal.
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Conceito-chave
Essex-Lopresti compromete o antebraço longitudinalmente. A combinação é fratura da cabeça radial, ruptura da membrana interóssea e lesão da articulação radioulnar distal. O rádio perde contenções que limitam sua migração proximal, e o problema do cotovelo passa a ter repercussão no punho.
Por isso, dor no punho e na radioulnar distal deve ser procurada em toda fratura da cabeça radial. O paciente pode concentrar a queixa no cotovelo, deixando a instabilidade distal sem reconhecimento. A reconstrução tardia é mais difícil e muitas vezes insatisfatória.
O tratamento agudo procura fixar ou substituir a cabeça e estabilizar a relação distal quando necessário. Ressecar a cabeça sem repor o apoio é especialmente inadequado quando as demais contenções longitudinais estão lesionadas.
Na Biblioteca, leia “Lesão de Essex-Lopresti”. A seção explica por que a terceira estrutura está no punho e como uma queixa distal muda a avaliação de uma fratura proximal.
Por que esta questão foi criada. Reforça a conexão entre fratura proximal e lesão distal, para que o punho não fique fora do exame de uma cabeça radial fraturada.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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