Após redução de luxação simples, o limiar de flexão citado para reluxação indicativa de instabilidade importante é de
- 10°.
- 20°.
- 30°.
- 40°.
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Conceito-chave
O arco em que o cotovelo permanece reduzido orienta a conduta. Depois da redução, a articulação é testada em flexão e extensão, com antebraço em pronação, neutro e supinação. O objetivo é saber se a congruência se mantém num arco utilizável e protegido, não apenas confirmar uma radiografia estática bonita.
A referência do resumo é reluxação com mais de 30 graus de flexão, situação em que se deve considerar cirurgia. Perder redução ainda com o cotovelo fletido sugere que nem a proteção da flexão oferece um arco satisfatório. O valor não deve ser lido como autorização automática para aceitar qualquer instabilidade que ocorra em um ângulo menor.
O capítulo distingue essa perda de congruência da laxidão isolada em varo e valgo, comum após a lesão e insuficiente, sozinha, para indicar cirurgia. Além do arco, entram redução concêntrica, lesões associadas, capacidade de acompanhamento e necessidade de evitar imobilização prolongada.
Na Biblioteca, leia “Tratamento sem cirurgia: reduzir, testar e mexer cedo”. Observe exatamente a expressão “com mais de 30 graus”: ela evita confundir o limiar de referência com um ângulo mínimo de flexão da tala ou com um teste binário infalível.
Por que esta questão foi criada. Treina a leitura de um limiar dentro do arco de estabilidade, separando o valor de referência da posição de imobilização e da decisão clínica completa.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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