Após redução de luxação simples, o drop sign isolado, sem reluxação franca, pode ser inicialmente conduzido com
- reparo medial.
- reconstrução lateral.
- fixação externa imediata.
- observação e movimento ativo protegido.
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Conceito-chave
O drop sign é o aumento da distância umeroulnar no perfil sem estresse. Pode acompanhar discreta subluxação posterolateral após a redução. Isoladamente, sobretudo no período precoce, ele não prova uma deficiência crônica que precise de reconstrução imediata: o resumo admite atraso na recuperação do tônus muscular como explicação.
Os músculos que cruzam o cotovelo ajudam a comprimir e estabilizar a articulação. A recuperação desse componente dinâmico dá fundamento ao movimento ativo protegido, com acompanhamento da congruência. O protocolo evita varo, mantém o braço junto ao corpo e usa pronação na flexão e extensão; a rotação é feita com o cotovelo a 90 graus ou mais.
O enunciado delimita ausência de reluxação franca. Isso importa porque perda progressiva de redução, instabilidade persistente ou articulação não concêntrica exige outra avaliação. Observar não significa aceitar qualquer subluxação indefinidamente nem dispensar retorno e imagem de controle.
Leia “O drop sign” e compare com “Instabilidade rotatória posterolateral crônica”, na Biblioteca. Uma seção trata de um sinal precoce que pode melhorar com recuperação dinâmica; a outra descreve deficiência persistente para a qual reconstrução tem outra indicação.
Por que esta questão foi criada. Exercita a diferença entre uma alteração radiográfica precoce acompanhável e uma instabilidade persistente que muda a indicação de reconstrução.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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