Na fratura isolada da cabeça radial, o achado que favorece indicação cirúrgica, após diferenciar limitação dolorosa, é o
- derrame articular.
- desvio radiográfico isolado.
- edema periarticular persistente.
- bloqueio mecânico da rotação do antebraço.
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Conceito-chave
O fragmento pode desviar sem bloquear, e a dor pode limitar sem haver obstáculo. Essa é a distinção central da avaliação da cabeça radial. Hemartrose e dor dificultam a pronossupinação; para confirmar bloqueio mecânico, é necessário obter um exame confiável, e o resumo admite aspiração com anestesia ou reavaliação quando indicado.
Na fratura isolada, o bloqueio mecânico da rotação é o achado que sustenta a indicação cirúrgica destacada. Um fragmento interposto pode impedir fisicamente o movimento; às vezes um retalho de cartilagem do capítulo também bloqueia e não é evidente na imagem.
Desvio, porcentagem de superfície, edema e derrame precisam ser interpretados junto da função e da estabilidade. O capítulo relativiza a regra antiga de operar apenas pelos limiares de desvio e superfície. Lesão associada com instabilidade já muda o cenário de uma fratura isolada.
Leia “Exame: dor ou bloqueio?” e “Sem cirurgia”, na Biblioteca. Depois compare com as opções de tratamento cirúrgico: identificar o bloqueio indica a necessidade de resolvê-lo, mas o procedimento depende do fragmento e da possibilidade de reconstrução.
Por que esta questão foi criada. Reforça a decisão funcional nas fraturas isoladas e evita equiparar dor ou desvio isolado a bloqueio que precisa ser resolvido.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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