No cotovelo, o feixe ligamentar que se insere no tubérculo sublime e atua como principal restritor ligamentar do valgo é o
- ligamento anular.
- colateral radial.
- colateral ulnar lateral.
- feixe anterior do colateral medial.
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Conceito-chave
A inserção no tubérculo sublime identifica o feixe anterior do colateral medial. Ele sai da face anteroinferior do epicôndilo medial e chega à ulna proximal, formando a contenção ligamentar principal contra o valgo. A origem, a inserção e a função precisam ser lidas como um mesmo trajeto.
O complexo lateral tem outro mapa. O anular se prende nas bordas da incisura radial da ulna e envolve a cabeça radial. O colateral radial nasce lateralmente e se mistura ao anular. O colateral ulnar lateral chega à crista do supinador e é importante para conter rotação posterolateral.
A palavra “ulnar” não torna automaticamente um ligamento medial. Tanto a crista do supinador como o tubérculo sublime são referências ulnares, mas pertencem a estruturas diferentes. É o ponto exato de fixação que resolve a pergunta.
Na fratura anteromedial do coronoide, incluir o tubérculo sublime pode acrescentar instabilidade em valgo. Essa consequência mostra por que a inserção importa além da anatomia descritiva.
Na Biblioteca, compare “O lado medial” e “O lado lateral”, em “Quem segura o cotovelo”. Depois, consulte o subtipo II.3 do coronoide para relacionar a inserção ligamentar ao padrão de fratura.
Por que esta questão foi criada. Une inserção e função para diferenciar o feixe anterior medial dos componentes laterais, uma associação útil também na interpretação das fraturas do coronoide.
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