No reparo do complexo colateral lateral após luxação do cotovelo, a flexão e a rotação utilizadas são, respectivamente,
- 45°; pronação.
- 45°; supinação.
- 90°; pronação.
- 90°; supinação.
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Conceito-chave
A posição de amarração não é a posição de provocação do reparo. Para o lateral, o resumo descreve 90 graus de flexão e pronação, com carga axial e articulação congruente. A sutura pode ser transóssea ou por âncoras, mas deve recuperar uma fixação anatômica no centro isométrico do capítulo.
A pronação tende a estabilizar o padrão de deficiência lateral; a supinação o desafia. Por isso, o capítulo usa supinação na extensão por gravidade para testar o reparo, sem que ela se torne a rotação indicada para tensionar os pontos.
A fixação isométrica e a posição têm papéis complementares. Escolher a rotação correta não corrige uma ancoragem inadequada. Também não se deve tentar resolver toda instabilidade apertando mais o lateral: com o medial insuficiente, tensão excessiva pode piorar o padrão posteromedial.
Depois do reparo lateral, testa-se novamente e aborda-se o medial se a estabilidade continuar insuficiente. Leia “Quando operar” na seção de luxação simples da Biblioteca, acompanhando separadamente amarração, teste e necessidade de reparo adicional.
Por que esta questão foi criada. Treina a posição do reparo sem confundi-la com a manobra usada para testar sua estabilidade.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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