Na instabilidade rotatória posteromedial do cotovelo, o momento e a rotação associados à carga axial são, respectivamente,
- varo; pronação.
- valgo; pronação.
- varo; supinação.
- valgo; supinação.
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Conceito-chave
A instabilidade posteromedial combina carga axial, varo e pronação. A tróclea comprime a faceta anteromedial do coronoide, produzindo uma fratura que pode ser pequena, mas compromete o apoio contra varo. O padrão costuma acompanhar avulsão do colateral lateral, com possível comprometimento medial associado.
“Momento” aqui significa a tendência da força a produzir varo ou valgo; não é uma referência ao instante do trauma. A rotação especifica como o antebraço participa do mecanismo. Na lesão posteromedial, o par é varo e pronação. Na posterolateral, o contraste clássico é valgo e supinação, também com carga axial.
A diferença explica por que coronoide fraturado sem fratura da cabeça radial merece atenção à faceta anteromedial. Muitas dessas lesões não chegam como luxação evidente. A tomografia 3D define o fragmento e a congruência; se a borda precisar de fixação, o capítulo descreve placa de suporte para evitar colapso em varo.
Na Biblioteca, leia “Mecanismo” e “A pista: coronoide fraturado sem cabeça do rádio fraturada”, na seção posteromedial. Relacionar a força ao local comprimido torna o par de posições mais fácil de reconhecer.
Por que esta questão foi criada. Treina o contraste entre os mecanismos posteromedial e posterolateral, relacionando rotação e força angular ao fragmento do coronoide que cada padrão produz.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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