Na fratura periprotética da diáfise do úmero com haste protética solta, a conduta dirigida à instabilidade do componente é a
- revisão da haste.
- fixação com a prótese mantida.
- órtese com a prótese preservada.
- observação com a prótese mantida.
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Conceito-chave
A fratura está ao redor de uma prótese cuja haste está solta. Fixar apenas o osso deixaria dentro dele um componente ainda instável; a conduta que aborda esse problema é a revisão da haste, alternativa A.
Na fratura periprotética, o nível do traço importa, mas a estabilidade do implante muda a decisão. Com prótese estável, o resumo permite tentar tratamento sem cirurgia e operar se ele falhar. Com componente solto, recomenda haste de revisão mais longa, ultrapassando a fratura em pelo menos dois diâmetros corticais, frequentemente associada a placa e cerclagens (Rockwood, 10ª ed., cap. 37, “Fratura periprotética”).
A lógica é procurar apoio além da região fraturada e tratar simultaneamente a soltura. A revisão pode ser cimentada ou não, cuidando para não deixar cimento entrar no foco. A presença de uma placa auxiliar não muda o princípio: ela complementa a construção, não torna estável uma haste solta que foi simplesmente preservada.
É uma situação de alto risco, com osso e partes moles já submetidos a cirurgia. Portanto, revisão é a resposta dirigida à instabilidade descrita, sem significar que todas as fraturas periprotéticas precisem de troca do componente.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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