Na fratura diafisária do úmero por lesão metastática, a vantagem da haste intramedular destacada para a escolha do implante é a
- compressão do foco.
- ponte da cominuição.
- proteção de todo o úmero.
- ancoragem de ângulo fixo.
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Conceito-chave
Na fratura diafisária por metástase, a vantagem destacada da haste é proteger todo o úmero, alternativa C. O objetivo deixa de ser apenas comprimir um traço para consolidar e passa a incluir estabilidade duradoura num osso doente.
O resumo descreve a haste bloqueada como uma montagem rápida e pouco traumática, que protege o osso inteiro e pode facilitar a radioterapia. Como a consolidação não é esperada em muitas dessas situações, falhas ósseas podem receber cimento e o implante precisa servir ao paciente durante sua sobrevida (Rockwood, 10ª ed., cap. 37, “Fratura patológica”).
Isso não torna a haste obrigatória em todo tumor. A fonte considera localização, extensão, origem, comorbidades e prognóstico. A placa tem espaço em lesões metafisárias, metástase única e melhor prognóstico segundo o autor citado. A decisão também é diferente numa lesão ainda sem fratura.
As outras expressões são princípios de fixação válidos em outros cenários, mas não explicam o motivo específico escolhido aqui. Compressão depende de uma lógica de união do foco; ângulo fixo refere-se ao bloqueio parafuso-placa; ponte descreve como se atravessa uma zona fragmentada. Nenhuma delas substitui a proteção longitudinal do osso comprometido.
Por que esta questão foi criada. Ela destaca a mudança de objetivo na fratura metastática: construir estabilidade e proteção do osso para o restante da vida, sem pressupor a biologia de uma fratura traumática simples.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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