Na introdução de haste retrógrada para fratura da diáfise do úmero, a complicação óssea específica mais importante é a
- distração do foco.
- perda da fixação da placa.
- impacto por protrusão proximal.
- fratura na região supracondiliana.
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Conceito-chave
Ao introduzir uma haste pelo úmero distal, a complicação óssea característica é a fratura supracondiliana iatrogênica, alternativa D. A entrada retrógrada precisa vencer um canal distal mais estreito e triangular; forçar um implante contra essa região pode romper o próprio portal ou o osso ao redor.
O olécrano também dificulta alinhar a entrada. Um portal pequeno, excêntrico ou com teto que impede a progressão aumenta a resistência à passagem. O resumo recomenda portal posterior de pelo menos 10 por 20 a 25 mm, bordas alisadas, teto proximal rebaixado, fresagem suave preferencialmente manual e cotovelo além de 100 graus de flexão. Não se trata de compensar dificuldade com mais força (Rockwood, 10ª ed., cap. 37, “Retrógrada: a fratura supracondiliana”).
É útil separar as duas entradas: a anterógrada exige cuidado com manguito e protrusão na cabeça; a retrógrada desloca o problema de acesso para o úmero distal. Ambas exigem evitar distração e controlar redução, mas a questão pede a lesão óssea ligada à entrada retrógrada.
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