Na pseudartrose da diáfise do úmero, a apresentação predominante descrita no Rockwood, que exige atenção à biologia, é
- atrófica.
- infectada.
- hipertrófica.
- associada à osteoporose.
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Conceito-chave
Uma pseudartrose do úmero com pouca resposta de formação óssea não precisa apenas de um implante mais forte: é preciso recuperar também a biologia do foco. O tipo predominante descrito é o atrófico, alternativa A.
Pseudartrose significa que a fratura não consolidou; “atrófica” destaca a resposta reparadora pobre. O resumo afirma que a maioria das pseudartroses umerais tem essa apresentação e orienta combinar estabilidade mecânica com estímulo biológico. A estratégia mais usada é redução aberta, desbridamento até osso que sangra, placa forte e enxerto autólogo (Rockwood, 10ª ed., cap. 37, “Pseudartrose: tratamento”).
Os dois componentes precisam ser investigados. Distração ou fixação insuficiente deixam o foco mecanicamente desfavorável; tabagismo, diabetes, desnutrição, perda óssea e dano às partes moles também pesam. O enxerto não substitui estabilidade, assim como trocar o implante não recompõe sozinho um leito biológico ruim.
Infecção e osteoporose são outros eixos da avaliação. A primeira exige cultura, antibiótico e desbridamento, com decisão sobre manter ou trocar a fixação conforme sua estabilidade. A segunda pode comprometer a pega dos parafusos e exigir outra construção. Elas não são sinônimos do padrão atrófico nem excluem sua coexistência.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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