Na fratura da diáfise do úmero com paralisia radial, uma indicação aceita de exploração neural precoce é a presença de
- traço espiral distal fechado.
- fratura isolada com redução mantida.
- déficit primário em fratura fechada.
- lesão vascular concomitante ao trauma.
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Conceito-chave
A lesão vascular concomitante, alternativa D, muda o cenário de uma paralisia radial e é indicação aceita de exploração precoce. A prioridade inclui controlar e reparar as estruturas lesadas, com estabilização da fratura para proteger o reparo.
Na fratura fechada isolada, a conduta neural inicial preferida é expectante. Já trauma penetrante, exposta, dano grave de partes moles e lesão vascular aumentam a preocupação com laceração ou lesão importante do feixe. O Rockwood, 10ª ed., cap. 37, separa essas exceções da simples presença de déficit primário.
O padrão de Holstein-Lewis não basta sozinho. A espiral distal tem mais risco de prender o radial e motivou exploração na descrição histórica, mas os estudos seguintes apoiaram observação mesmo nesse padrão fechado, porque a recuperação pode ocorrer sem exploração. Converter o nome da fratura em ordem automática de operar é perder a distinção central.
A decisão de fixar também precisa ser coerente com o osso. O capítulo recomenda fixar a fratura quando há reparo nervoso ou vascular, para que fragmentos móveis não ameacem a reconstrução. Assim, a exploração não é um gesto isolado desconectado da estabilidade e do cuidado das partes moles.
Por que esta questão foi criada. Ela testa a exceção de risco neurovascular maior sem usar paralisia primária ou espiral distal como justificativas universais de exploração.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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