No tratamento da fratura diafisária do úmero com órtese funcional, apoiar o cotovelo no início da consolidação pode provocar
- distração do foco.
- angulação em varo.
- irritação cutânea local.
- contratura capsular do ombro.
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Conceito-chave
Apoiar o cotovelo no começo do tratamento funcional pode favorecer angulação em varo, alternativa B. O resumo recomenda expressamente evitar apoio na cadeira, na mesa ou no colo durante essa fase.
A órtese trabalha comprimindo a musculatura ao redor do úmero, enquanto o braço pendurado acrescenta a gravidade ao alinhamento. Apoiar o segmento muda essa condição mecânica; por isso uma orientação cotidiana, aparentemente pequena, pode interferir na posição em que a fratura consolida (Rockwood, 10ª ed., cap. 37, “A órtese funcional”).
A proteção não significa imobilizar todo o membro sem movimento. O cotovelo deve se mexer diariamente, e o ombro faz pendulares. Movimentar e sustentar o peso sobre o cotovelo são ações diferentes. O paciente também precisa ajustar as tiras conforme o edema cede e manter cuidado com a pele, sem afrouxar o envoltório a ponto de perder a contenção.
As outras complicações têm mecanismos próprios. O gesso pendente pode distrair o foco se mal vigiado; a órtese pode irritar a pele; rigidez do ombro pode ocorrer durante o tratamento. Nenhuma dessas relações substitui o efeito específico do apoio do cotovelo destacado na pergunta.
Por que esta questão foi criada. Ela transforma a biomecânica da órtese numa instrução prática: deixar o cotovelo móvel não é autorizar apoio durante o início da consolidação.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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