Na fratura fechada isolada da diáfise do úmero com paralisia radial primária, a conduta neural inicial preferida é
- observação clínica.
- exploração por lesão vascular.
- reparo de uma secção demonstrada.
- transferência tendínea por déficit persistente.
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Conceito-chave
Numa fratura fechada e isolada, a paralisia radial que já estava presente no primeiro exame costuma ser manejada inicialmente com observação clínica, alternativa A. Ela não transforma, sozinha, toda fratura em indicação de exploração cirúrgica.
O radial corre colado ao úmero no sulco espiral e depois atravessa o septo lateral. O deslocamento pode contundi-lo ou tracioná-lo; a frequência de lesão primária nas fechadas é de 10–12% no resumo. A política expectante preferida se baseia na recuperação espontânea frequente e na falta de benefício demonstrado da exploração rotineira precoce (Rockwood, 10ª ed., cap. 37, “Conduta: esperar, com exceções”).
Observar não é deixar sem assistência. É preciso documentar força e sensibilidade, manter mobilidade, oferecer órtese funcional do punho e acompanhar a recuperação. O capítulo propõe eletroneuromiografia por volta de três meses se não houver melhora, admitindo investigação mais precoce em sintomas persistentes em outra seção. Sem recuperação em seis meses, discute reconstrução nervosa e/ou transferência.
O cenário muda com lesão vascular, ferimento penetrante, exposta ou dano importante de partes moles. Se a fratura precisar ser operada por seus próprios critérios, o texto também recomenda explorar e proteger o nervo no ato. São exceções e contextos adicionais, não dados fornecidos por este enunciado.
Por que esta questão foi criada. Ela separa o déficit primário da fratura fechada das situações em que há evidência ou suspeita forte de lesão que exige exploração precoce.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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