Na fratura de HOLSTEIN-LEWIS ilustrada, o padrão do traço e a localização na diáfise umeral são, respectivamente,

- espiral; terço médio.
- espiral; terço distal.
- transverso; terço médio.
- transverso; terço distal.
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Conceito-chave
O desenho mostra uma fratura espiral no terço distal da diáfise, com o nervo radial passando junto ao traço. É o padrão de Holstein-Lewis, alternativa B. A linha não corta o osso transversalmente: ela percorre um trajeto oblíquo e espiralado perto da extremidade distal do segmento diafisário.
A relação com o radial explica por que o epônimo é relevante. O nervo percorre o sulco espiral, colado ao osso, e depois atravessa o septo lateral. Nessa região distal, o deslocamento dos fragmentos pode tensioná-lo ou prendê-lo; o resumo descreve a ponta do fragmento distal desviada para o lado radial e maior associação com paralisia (Rockwood, 10ª ed., cap. 37, “A lesão primária”).
Reconhecer o padrão não significa explorar automaticamente. Holstein e Lewis recomendaram exploração quando havia paralisia, mas estudos posteriores sustentaram observação inicial na fratura fechada, inclusive nesse padrão. Lesão vascular, ferimento penetrante, fratura exposta ou dano importante de partes moles mudam a avaliação. A imagem ensina a vizinhança do nervo, mas não determina sozinha sua continuidade nem a conduta de um paciente real.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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