Comparada à placa superior na fratura do terço médio da clavícula, a placa anteroinferior apresentou, em metanálise,
- maior rigidez em flexão nas fraturas transversas.
- menor taxa de retirada do implante.
- maior taxa de consolidação.
- maior risco de lesão neurovascular pela broca.
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Conceito-chave
Na comparação clínica, a placa anteroinferior teve menos retirada de implante, alternativa B. O resumo cita uma metanálise com 5% contra 11%, sem converter isso em superioridade de consolidação.
A posição muda como o material é coberto e como o parafuso atravessa o osso. A placa superior é familiar e permite boa extensão; a anteroinferior tem menos saliência e usa a dimensão anteroposterior maior para parafusos mais longos. Isso ajuda a entender por que o paciente pode solicitar menos retirada por incômodo (Rockwood, 10ª ed., cap. 34, “Superior ou anteroinferior”).
Resultado de laboratório não é o mesmo que resultado do paciente. A placa superior foi mais rígida em flexão nos modelos de fratura transversa, mas o resumo não encontrou uma vantagem clínica correspondente em consolidação, falha ou função. Portanto, não se deve transferir a maior rigidez da superior para a anteroinferior nem concluir que ambas consolidam de forma diferente.
A orientação dos parafusos também não elimina o risco neurovascular. O texto considera a trajetória anteroinferior teoricamente mais fácil e segura, mas não demonstra uma diferença clínica que dispense dissecção cuidadosa e controle da broca.
Por que esta questão foi criada. Ela separa a vantagem clínica de menor saliência/retirada das diferenças biomecânicas que não produziram superioridade funcional clara.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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