Na pseudartrose após fixação da clavícula com placa, culturas colhidas na revisão foram positivas na maioria dos casos, mesmo sem sinais clínicos de infecção, com predomínio de
- Staphylococcus aureus.
- Staphylococcus epidermidis.
- Cutibacterium acnes.
- Pseudomonas aeruginosa.
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Conceito-chave
Cutibacterium acnes predominou nas culturas positivas das séries de revisão de pseudartrose após placa citadas. A pergunta trata de uma população selecionada: pacientes com não união depois de fixação, submetidos à revisão e coleta. Não afirma que a maioria de todas as fraturas operadas esteja infectada.
O resumo descreve culturas positivas em 15 de 18 pacientes de Gausden e em 52% de outra série. Esses resultados justificam suspeitar de infecção oculta mesmo sem sinais clínicos evidentes. Não podem ser somados como se tivessem o mesmo denominador nem usados para calcular um risco universal de infecção de qualquer placa.
A falha de consolidação pode exigir avaliar tanto biologia quanto estabilidade. O capítulo discute desbridar até osso viável, reabrir os canais e obter compressão/fixação adequada, além da investigação da causa. Uma radiografia de não união não informa sozinha se há bactéria ou qual microrganismo está presente.
A aplicação útil é colher e interpretar as amostras no contexto da revisão, sem presumir ausência de infecção pela falta de manifestações exuberantes e sem atribuir automaticamente a todo caso o germe mais frequente de uma série.
Leia “Pseudartrose”, na Biblioteca. Separe a frequência observada em pacientes revisados da incidência de infecção após uma operação primária.
Por que esta questão foi criada. A pseudartrose após placa é rara, mas a suspeita de infecção oculta pode mudar a investigação e o planejamento da revisão. O simulado testa esse ponto menos evidente do capítulo.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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