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Questão de Fratura da clavícula (OrtoQuestões Simulados)

Trauma adultoFratura da clavículaOrtoQuestões Simulados

OrtoQuestões Simulados: elaborada a partir da bibliografia de referência e inspirada no padrão da prova. Não é questão oficial da prova nem foi elaborada, revisada ou endossada pela instituição organizadora.

Na fixação tardia da fratura da clavícula (em média 3 semanas após o trauma), JEYASEELAN descreveu lesão iatrogênica do plexo braquial por ______, com acometimento sobretudo ______.

  1. penetração da broca no espaço subclavicular; do tronco inferior (C8 e T1)
  2. aderência do plexo à face inferior da clavícula; do tronco superior (C5 e C6)
  3. aderência do plexo à face inferior da clavícula; do tronco inferior (C8 e T1)
  4. penetração da broca no espaço subclavicular; do tronco superior (C5 e C6)
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Gabarito: B · aderência do plexo à face inferior da clavícula; do tronco superior (C5 e C6)

Conceito-chave

Nas lesões iatrogênicas de Jeyaseelan, o plexo estava aderido à face inferior da clavícula, sobretudo o tronco superior C5–C6. A cirurgia ocorreu, em média, com três semanas. O intervalo médio descreve a série e não estabelece um dia a partir do qual todo plexo estará aderido.

A redução exige mobilizar os fragmentos. Se estruturas neurais estiverem presas à face inferior, essa mobilização pode tracioná-las ou lesioná-las mesmo sem a broca atravessar o osso. O mecanismo explica a recomendação de liberar cuidadosamente as partes moles aderidas antes de manobras que modifiquem a posição.

É preciso distinguir três cenários do capítulo: lesão por instrumentação profunda; aderência nas fixações tardias da série, com predominância do tronco superior; e compressão crônica no desfiladeiro pela consolidação viciosa, frequentemente no território C8–T1. O mesmo nome “plexo braquial” não torna todos os mecanismos e territórios equivalentes.

O resumo apresenta resultados favoráveis de outras séries com fixação mais tardia. A lição não é uma proibição por calendário, e sim reconhecer que a dificuldade e os riscos mudam com o tempo, as aderências e o caso clínico.

Leia “Quando operar” e “Lesões tardias: o desfiladeiro torácico”, na Biblioteca. Compare a lesão causada durante a mobilização com a compressão que já existia antes da cirurgia.

Por que esta questão foi criada. O capítulo descreve uma causa de lesão neural que não depende de perfuração por broca. A comparação com C8–T1 do desfiladeiro torna a alternativa um teste de mecanismo, tempo e anatomia.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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