Na fratura desviada do terço médio da clavícula, a pseudartrose após tratamento conservador e após fixação com placa ocorre, respectivamente, em cerca de
- menos de 1% e 2%.
- 15% a 20% e 2%.
- 15% a 20% e 10%.
- 40% e 10%.
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Conceito-chave
A ordem de grandeza pedida é 15% a 20% sem cirurgia e cerca de 2% com placa. Esses números sintetizam resultados de grupos com fratura desviada do terço médio. Não são uma probabilidade fixa para toda clavícula fraturada, inclusive as sem desvio ou de outros segmentos.
O resumo apresenta uma faixa conservadora mais ampla nas revisões, de 14% a 24%. Nos ensaios, Ahrens encontrou 11% contra 1% em nove meses e Woltz 23% contra 2%. As metanálises de placa informam 2,2% e 1,3% em populações diferentes. Assim, a opção B é a aproximação compatível, não uma alegação de que todos os estudos acharam exatamente 15% a 20% e 2%.
A diferença sustenta o benefício da fixação em reduzir não união. Ainda é necessário discutir função, recuperação precoce e reoperação. Menos pseudartrose não garante uma grande vantagem funcional final a quem já consolidaria com tratamento conservador.
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Por que esta questão foi criada. A mudança das taxas modernas nas fraturas desviadas explica a revisão do antigo dogma de que a clavícula sempre consolida. A questão cobra a ordem de grandeza, sem substituir a decisão individual por estatística isolada.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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