Na fratura desviada do terço médio da clavícula, o fragmento lateral sofre translação
- superior, posterior e lateral, com rotação posterior.
- inferior, posterior e lateral, com rotação anterior.
- inferior, anterior e medial, com rotação anterior.
- superior, anterior e medial, com rotação posterior.
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Conceito-chave
O distal translada para inferior, anterior e medial e roda anteriormente. O enunciado descreve uma deformidade em três dimensões. Translação modifica a posição; rotação modifica a orientação do segmento. Os quatro elementos precisam corresponder ao mesmo fragmento.
A descida decorre do peso do braço e da ação do deltoide descrita no resumo. A medialização relaciona-se ao peitoral maior e encurta o conjunto. A escápula acompanha o distal em protração, com anteriorização e rotação anterior. O medial, separado desse conjunto, sobe por ação do esternocleidomastóideo.
O aspecto clínico é de ombro caído, encurtado e protraído. A ponta medial pode ameaçar a pele, que deve ser examinada. Não basta avaliar o comprimento ou olhar o traço isoladamente: a posição escapular também faz parte do resultado mecânico.
Leia “A deformidade típica”, na Biblioteca. Imagine o fragmento lateral levando a escápula para baixo e para frente, em vez de tentar memorizar quatro direções sem distinguir qual segmento se move.
Por que esta questão foi criada. Ela amplia a cobrança do TEOT 2025 e TARO 2017 sobre translação inferior e rotação anterior, acrescentando os outros componentes do desvio tridimensional.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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