As fraturas da clavícula ocorrem mais frequentemente no ______, e as do terço distal predominam em ______.
- terço médio; homens jovens após trauma de alta energia
- terço médio; idosos após queda simples
- terço distal; idosos após queda simples
- terço distal; homens jovens após trauma de alta energia
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Conceito-chave
As fraturas predominam no terço médio; as distais são mais típicas de idosos após queda simples. A questão combina a distribuição de todas as fraturas claviculares com o perfil de um segmento específico. O perfil do adulto jovem não deve ser transferido automaticamente para a ponta lateral.
No conjunto descrito, 80% a 85% são do terço médio, 15% a 20% do distal e até 5% do medial. No politrauma, a participação do médio cai para 55% a 65%, porque a força se distribui por lesões mais difusas. Os números mostram como a seleção da população modifica a distribuição.
O quadro geral é mais frequente em homens jovens, mas a fratura distal tem associação destacada com idosos e queda simples. Essa diferença interessa ao tratamento: demanda, qualidade da pega distal e tolerância a uma possível não união variam entre pessoas e não podem ser inferidas apenas pelo diagnóstico de “clavícula fraturada”.
Leia “Quem fratura” e “Por que é diferente”, na Biblioteca. Guarde o denominador de cada dado: todas as fraturas, politrauma ou fratura distal. Este resumo é de adultos; não fornece por si só uma estatística pediátrica específica.
Por que esta questão foi criada. A epidemiologia regional é uma porta de entrada para reconhecer que a fratura distal não tem o mesmo perfil nem os mesmos resultados da diáfise.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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