Após tração violenta do membro superior, a fratura da clavícula com os fragmentos afastados (distraídos), em vez de sobrepostos, deve levantar a suspeita de
- dissociação escapulotorácica.
- fratura patológica.
- luxação esternoclavicular posterior.
- fratura por estresse.
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Conceito-chave
Uma clavícula distraída depois de tração violenta é uma pista de dissociação escapulotorácica. Em vez da sobreposição habitual, os fragmentos se afastam. O mecanismo de tensão ajuda a reconhecer uma lesão grave da ligação da cintura escapular com o tronco.
O braço pode ser puxado para longe do corpo enquanto o tronco continua em movimento. A falha ocorre na esternoclavicular, na clavícula ou na acromioclavicular. A lateralização da escápula e a fratura afastada devem ampliar a investigação, especialmente do plexo e dos vasos.
A primeira prioridade não é apenas escolher uma placa. A fonte destaca ameaça ao membro e à vida e exige avaliação neurovascular cuidadosa, documentada antes de qualquer procedimento. Se o membro é preservado, a estabilização clavicular pode ajudar a sustentar a cintura e a cicatrização das partes moles, dentro do tratamento global.
Não é necessário inventar uma fragilidade óssea para explicar os fragmentos afastados. O enunciado já oferece uma força de tração capaz de produzir o padrão. A interpretação deve integrar mecanismo e imagem, sem substituir a história por uma hipótese que ela não sustenta.
Leia “Lesões agudas”, na Biblioteca. Compare distração por tensão com o encurtamento habitual da fratura diafisária.
Por que esta questão foi criada. O padrão amplia as perguntas do CET-PR e de uma prova de Ortopedia sobre escápula lateralizada e clavícula desviada, acrescentando a pista de distração dos fragmentos.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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