Na revisão sistemática de ZLOWODSKI, as fraturas da glenoide e as fraturas isoladas do corpo da escápula foram tratadas predominantemente, respectivamente, de forma
- conservadora e cirúrgica.
- cirúrgica e conservadora.
- cirúrgica nos dois grupos.
- conservadora nos dois grupos.
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Conceito-chave
Na revisão de Zlowodski, glenoide foi predominantemente operada e corpo isolado, tratado conservadoramente. O dado descreve o que as séries fizeram; não demonstra, por si, que todo paciente de um grupo precise da mesma estratégia.
A revisão reuniu 520 fraturas em 22 séries. Cerca de 80% das glenoidais foram operadas, com 82% de bons/excelentes resultados. Nas fraturas isoladas do corpo, aproximadamente 80% seguiram sem cirurgia, com 86% de bons/excelentes. Esses percentuais usam grupos diferentes e não devem ser comparados como se fossem um ensaio randomizado entre operações equivalentes.
O padrão ajuda a compreender a prática: a superfície glenoidal exige preservar congruência e estabilidade, enquanto muitas fraturas do corpo mantêm desvio aceitável e consolidam sem reconstrução. O corpo muito desviado, no paciente apropriado, ainda pode ter indicação cirúrgica; a glenoide pequena, estável e pouco desviada pode ser conservadora.
Leia as revisões em “Quando não operar e como conduzir”, na Biblioteca. Diferencie predomínio de tratamento numa amostra de indicação universal e de prova de superioridade.
Por que esta questão foi criada. O capítulo contrapõe a tradição de operar fraturas articulares à seleção mais recente de extra-articulares desviadas. O simulado testa o padrão observado sem apagar as exceções clínicas.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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