Na revisão sistemática de LANTRY sobre o tratamento cirúrgico das fraturas da escápula, as taxas de infecção e de lesão do nervo supraescapular foram, respectivamente, de
- 2,4% e 4,2%.
- 7,1% e 2,4%.
- 1,9% e 4,2%.
- 4,2% e 2,4%.
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Conceito-chave
Lantry encontrou 4,2% de infecção e 2,4% de lesão do supraescapular na revisão cirúrgica citada. A ordem é parte da pergunta. São taxas de uma revisão de séries operadas, não riscos individuais imutáveis para qualquer padrão e qualquer equipe.
A revisão reuniu 243 fraturas em dezessete séries, com heterogeneidade de padrões e indicações. A infecção exige avaliar profundidade, hematoma, estabilidade e necessidade de desbridamento. A lesão do supraescapular pode estar relacionada ao trauma inicial, ao aprisionamento no colo ou ao acesso e à tração; o próprio resumo ressalta a dificuldade de separar origem traumática e cirúrgica.
O número de 7,1% pertence à retirada de material na revisão, não à infecção. Já 1,9% aparece no capítulo como artrose pós-traumática, outro desfecho e outra comparação. Misturar os números produziria uma tabela aparentemente precisa, mas sem preservar o que cada porcentagem realmente mede.
Leia as revisões do tratamento e “Da cirurgia”, na Biblioteca. Relacione cada taxa ao evento, à população e à limitação de atribuição causal.
Por que esta questão foi criada. A segurança do acesso de Judet e o supraescapular aparecem em provas. O simulado acrescenta a frequência publicada e testa se o aluno distingue eventos, sem somar taxas ou transferi-las entre desfechos.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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