A complicação mais comum do tratamento conservador das fraturas da escápula e a entidade da qual a pseudartrose do acrômio deve ser diferenciada são, respectivamente,
- pseudartrose; tubérculo de LUSCHKA
- pseudartrose; os acromiale
- consolidação viciosa; os acromiale
- consolidação viciosa; tubérculo de LUSCHKA
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Conceito-chave
A escápula pode consolidar, mas consolidar com uma forma que prejudica o ombro. A consolidação viciosa é a complicação mais comum do tratamento conservador; já uma aparente pseudartrose do acrômio precisa ser diferenciada de os acromiale. A combinação é C.
O erro mecânico depende da região: na fratura extra-articular, a deformidade muda a relação glenoide-corpo e o trajeto do manguito; na face anterior do corpo, a irregularidade dificulta o deslizamento sobre o tórax. Na glenoide, a incongruência pode acrescentar instabilidade e artrose (Rockwood, 10ª ed., cap. 33, “Complicações”).
Pseudartrose e consolidação viciosa não são sinônimos. Na primeira, falta união; na segunda, houve união em posição inadequada. A pseudartrose existe e merece atenção especial na espinha lateral e no acrômio, mas não ocupa o primeiro lugar geral do conservador descrito pelo capítulo.
O segundo componente da pergunta é um diagnóstico diferencial. Encontrar uma separação no acrômio não autoriza chamá-la automaticamente de falha de consolidação pós-traumática: o resumo manda diferenciá-la de os acromiale. Ele não apresenta o tubérculo de Luschka como esse diferencial, e não é necessário inventar detalhes dessa estrutura para responder.
Por que esta questão foi criada. Ela une a complicação mecânica mais comum ao cuidado de não diagnosticar uma pseudartrose acromial apenas pela aparência de separação óssea.
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