No tratamento conservador das fraturas da escápula, a imobilização em tipoia dura ______, prolongando-se para ______ nas fraturas-luxações da glenoide e nas fraturas da espinha e do coracoide.
- 6 semanas; 10 a 12 semanas
- 4 semanas; 8 semanas
- 2 semanas; 3 semanas
- 2 semanas; 5 a 6 semanas
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
O protocolo conservador usa tipoia por duas semanas, prolongada para cinco a seis nas fraturas-luxações da glenoide, espinha e coracoide. A distinção impede aplicar uma única duração a padrões com riscos e necessidades diferentes.
No esquema habitual, a imobilização é seguida de mobilização passiva, buscando amplitude passiva completa por volta de um mês. A amplitude ativa é recuperada progressivamente no segundo mês, e o fortalecimento do manguito e dos músculos periescapulares começa no terceiro. O capítulo descreve ausência de restrições no quarto mês, conforme a evolução.
As exceções com imobilização mais longa têm maior preocupação com estabilidade ou não união. Espinha lateral e coracoide não devem ser tratados como se compartilhassem automaticamente a rápida consolidação de toda fratura do corpo. A duração do aparelho precisa acompanhar o padrão e o controle clínico.
Esse é o protocolo descrito, não uma autorização de liberar carga ou manipular um foco doloroso apenas porque o calendário chegou a uma semana específica. Dor, estabilidade, imagem e lesões associadas orientam a progressão individual.
Leia “Quando não operar e como conduzir”, na Biblioteca. Diferencie tempo de conforto, proteção da lesão e etapas de recuperação do movimento.
Por que esta questão foi criada. A maioria das fraturas pouco desviadas é conservadora. O simulado cobra as exceções de proteção mais longa, evitando uma regra única para todos os processos e padrões articulares.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo