Na fratura intra-articular da glenoide com degrau ou diástase menor que 4 mm, segundo o algoritmo do Rockwood, indica-se a fixação quando há
- subluxação da articulação glenoumeral.
- acometimento do polo superior da glenoide.
- fragmento da borda com menos de 25% da superfície.
- fratura associada de costelas no mesmo lado.
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Conceito-chave
Uma glenoumeral subluxada pode indicar fixação mesmo com degrau ou diástase menor que 4 mm. O algoritmo não usa o número como substituto da estabilidade. Uma superfície com pequena incongruência mensurável ainda pode ser incapaz de manter a cabeça centrada.
O objetivo do tratamento da glenoide é recuperar congruência e estabilidade. A regra de quatro a cinco milímetros envolvendo 25% a 30% da superfície descreve um cenário; subluxação persistente é outra razão, própria, para discutir fixação. A tabela do capítulo explicita essa exceção abaixo de quatro milímetros.
A localização também importa. Os dois terços inferiores formam a área circular principal de contato, especialmente o quadrante anteroinferior. O polo superior é menos crítico, e pequenos fragmentos de borda com ombro estável podem ser tratados sem cirurgia. Logo, tamanho, posição e estabilidade devem ser integrados.
Leia “Quando operar a glenoide”, na Biblioteca. Antes de considerar um degrau aceitável, confira se a cabeça mantém a relação com a fossa. O limite numérico só tem sentido junto da função da superfície reconstruída.
Por que esta questão foi criada. Uma questão do acervo cobrou subluxação persistente como indicação. O simulado explicita o degrau pequeno para testar a exceção que uma leitura rígida de quatro milímetros perderia.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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