No algoritmo de indicações relativas do Rockwood para fratura extra-articular desviada da escápula, o ângulo glenopolar que favorece a cirurgia é
- maior que 45 graus.
- menor que 20 graus ou maior que 60 graus.
- menor que 30 graus ou maior que 45 graus.
- menor que 35 graus ou maior que 51 graus.
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Conceito-chave
O algoritmo relativo usa ângulo glenopolar menor que 20 graus ou maior que 60 graus. É necessário lembrar os dois extremos. No colo anatômico, o ângulo pode aumentar muito; portanto, estar acima de 20 não prova alinhamento aceitável.
O ângulo relaciona a linha dos polos superior e inferior da glenoide com a linha do polo superior ao ângulo inferior da escápula. A referência normal citada é 41 graus, entre 35 e 51 na AP verdadeira. Faixa normal, faixa do algoritmo e limite de cirurgia são conceitos distintos.
O capítulo ressalta falta de padronização universal dos valores e considera as indicações relativas. Desvio da borda lateral, condição clínica, demanda e partes moles participam da decisão. Um número fora da faixa favorece a discussão cirúrgica no paciente apropriado, sem substituir o diagnóstico do padrão.
Leia “O ângulo glenopolar e os outros três critérios”, na Biblioteca. Diferencie o intervalo anatômico habitual da faixa mais ampla tolerada no algoritmo.
Por que esta questão foi criada. TARO 2018 e outras provas cobraram menos de 20 graus. O simulado acrescenta o extremo superior, necessário para reconhecer padrões em que o ângulo aumenta.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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