Nas fraturas da espinha lateral da escápula, o desvio típico do fragmento e a complicação relativamente frequente do tratamento conservador são, respectivamente,
- valgo; consolidação viciosa.
- valgo; pseudartrose.
- varo; pseudartrose.
- varo; consolidação viciosa.
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Conceito-chave
Na espinha lateral, o fragmento tende a varo, e a pseudartrose é relativamente frequente após tratamento conservador. Essa é uma informação local. Ela não contradiz a consolidação viciosa como complicação conservadora mais comum no conjunto de todas as fraturas da escápula.
O resumo relaciona o risco de não união à cortical espessa, à superfície estreita de fratura e à tração muscular. Um fragmento que permanece angulado pode reduzir o espaço subacromial e causar impacto. O resultado não depende apenas de haver calo em outras partes da escápula, que normalmente consolida bem.
Por isso, o autor recomenda operar padrões desviados do acrômio e da espinha lateral, reconhecendo que a decisão depende do fragmento e do conjunto. Placas, parafusos ou cerclagem são opções descritas; fragmentos pequenos da borda acromial podem ser excisados. Não se deve transformar “escápula consolida rápido” em argumento para ignorar esse padrão de risco.
Leia “Acrômio e espinha lateral” e as complicações conservadoras, na Biblioteca. Diferencie frequência global de complicação e risco específico por localização.
Por que esta questão foi criada. O SBOT-SP cobrou consolidação viciosa como complicação geral do conservador. O simulado testa a exceção regional em que a não união merece atenção especial.
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